Estresse hídrico nas plantas: efeitos na lavoura

Sementes NK

Especialista em Milho

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Saiba como o estresse hídrico pode ocorrer nas plantas e conheça seus efeitos na lavoura.

A falta, bem como o excesso de água, pode gerar o estresse hídrico, que é uma das principais causas de prejuízo a lavouras de todos os tipos de culturas, em diferentes estágios de desenvolvimento.

É importante conhecer as necessidades hídricas de cada cultura, bem como as condições climáticas da região e os sistemas de irrigação disponíveis nas lavouras. Todos esses pontos são essenciais para o manejo adequado da água no campo. E para um bom desenvolvimento das culturas.

Mas porque o estresse hídrico nas plantas é tão importante? O que é? E como evitá-lo? Tudo isso você irá conferir nesse artigo. Boa leitura!

O que é estresse hídrico?

O estresse hídrico na agricultura se dá quando as plantas demandam certa quantidade de água, mas o solo não tem para suprir.

Todas as plantas necessitam de água para desenvolver e produzir. Sua falta pode, em casos leves, afetar o crescimento e reduzir a produção e, em casos extremos, pode ocorrer morte da planta.

Demanda de água do milho

O milho é considerado uma cultura que demanda muita água, mas que também é uma das mais eficientes no.

Um híbrido de milho de ciclo médio cultivado para a produção de grãos secos consome de 400 a 700 mm de água em seu ciclo completo, dependendo das condições climáticas.

Os estádios de pendoamento-espigamento são os que apresentam maior sensibilidade da cultura do milho à deficiência hídrica. A demanda hídrica da cultura nesta fase gira em torno de 7 a 8mm por dia.

A indisponibilidade hídrica somada a alta temperatura, podem proporcionar a dessincronia de florescimento da planta, processo este que irá liberar os grãos de pólen (parte masculina) sem a presença de estilo-estigmas (parte feminina) receptivos, assim o número de óvulos fertilizados e de grãos produzidos por espiga serão afetados, influenciando diretamente rendimento final da cultura e a rentabilidade do produtor.

 Como ocorre o estresse hídrico?

Como dito anteriormente, as duas principais fontes de água para as lavouras são as chuvas e a irrigação. E irregularidades em qualquer uma dessas fontes pode significar uma disponibilidade de água menor, causando estresse hídrico nas plantas.

No caso das chuvas na lavoura, é importante ficar atento às questões das mudanças climáticas. Essas mudanças afetam a agricultura de diversas formas como a escassez e o excesso de chuvas, a disseminação de pragas e doenças devido a umidade e a diminuição da incidência de luz solar, que pode impactar o processo de fotossíntese.

Portanto, gerenciar as plantações em meio às mudanças climáticas tem se tornado um dos maiores desafios enfrentados pelo setor agrícola.

A má gestão e manejo da irrigação também afeta diretamente no volume de água do solo, gerando problemas de absorção pelas raízes das plantas. Gerando assim uma deficiência hídrica.

Fatores que influenciam

A perda de água de um solo pode se manifestar de diferentes maneiras: através da absorção pelas plantas, evaporação, escoamento, entre outros.

O tipo do solo exerce influência sobre sua capacidade de retenção de água. Solos mais superficiais, tipicamente jovens, são pedregosos e apresentam uma capacidade reduzida de retenção hídrica.

Em contraste, solos mais profundos, mais maduros, possuem camadas rochosas mais profundas. Onde há mais espaços porosos que têm a habilidade de armazenar água e fornecê-la às plantas.

Nos solos mais rasos, a taxa de evapotranspiração tende a ser mais elevada, resultando em um período de armazenamento hídrico mais curto.

A infiltração nos solos superficiais é limitada, e eles atingem a saturação rapidamente quando submetidos a grandes volumes de água, o que culmina em escoamento superficial.

É importante salientar que todos os tipos de solo são suscetíveis à saturação, mesmo os mais profundos. Quando solos profundos atingem a saturação com facilidade, existe a possibilidade de que estejam compactados.

A compactação do solo também exerce influência sobre o déficit hídrico das plantas. A compactação resulta na redução da capacidade de infiltração e intensifica a perda de água através do escoamento.

Como proteger a sua lavoura?

Algumas medidas preventivas podem ser adotadas para minimizar os impactos do excesso e falta de chuva na lavoura, tais como:

– seleção de cultivares resistentes;

– manejo adequado do solo;

– uso de técnicas de irrigação;

– monitoramento constante das condições climáticas.

Além disso, o ter uma programação detalhada permite a você, produtor, que se antecipe ou adie o plantio e a colheita de acordo com as variações do clima, garantindo assim a qualidade e a produtividade da lavoura.

Consequências do estresse hídrico para culturas

Até aqui podemos ver que a falta de água e seu excesso afetam de diferentes formas as culturas. Porém, o nível de efeito depende em qual fase ocorre o estresse hídrico na planta.

De toda forma, no geral, podemos afirmar que o estresse hídrico afeta sim a produtividade, diretamente ou indiretamente, de todas as culturas.

Mas então, o que fazer?

O que fazer para diminuir os efeitos do estresse hídrico na lavoura?

Algumas atividades de manejo, boas práticas agronômicas e planejamento podem ser aplicadas com o objetivo de diminuir ou evitar perdas por conta do estresse hídrico na lavoura.

O uso da irrigação é uma prática muito utilizada para evitar a ocorrência de deficiência hídrica. Mas sendo necessário o manejo adequado dessa irrigação, para poder proporcionar aumento no rendimento da cultura e evitar o desperdício de água.

Além disso, é indicado o uso de cultivares mais tolerantes à seca, quando a região ou o ano indicarem deficiências nas distribuições de chuvas. E nesse caso, você pode contar com as sementes de milho da NK, que agregam o que há de melhor em biotecnologia, com foco na rentabilidade da sua lavoura.

Na NK você encontra um portifólio diverso de sementes de milho  com resistência ao estresse hídrico que podem suportar a sua necessidade.

Sementes NK. Rentabilidade com genética e tecnologia.

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